Inovação: projetos brasileiros trazem avanços para a área da saúde

Trabalhos disputaram Prêmio Empreenda Saúde, parceria do Hospital Sírio-Libanês e Fundação everis

Heliana Nogueira | 09.11.2015
As vencedoras do Prêmio Empreenda Saúde

Inovações que ajudam a salvar vidas, antecipam a detecção de doenças, aliviam dores e contribuem com áreas críticas da gestão hospitalar. O Brasil desponta no desenvolvimento de novas tecnologias voltadas para a saúde, com trabalhos originários de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Ceará, que disputaram o primeiro lugar do Prêmio Empreenda Saúde, realizado em parceria pelo Hospital Sírio-Libanês e a Fundação everis, multinacional de consultoria que oferece soluções de tecnologia e de negócios.

Um desses desenvolvimentos poderá beneficiar mais de quatro milhões de brasileiros que sofrem com dores crônicas. O Ligth-Aid é um curativo portátil e flexível que utiliza luz de LED para reduzir e bloquear a dor – sem queimaduras e efeitos colaterais. O produto deve chegar ao grande público em 2017.

Entre as novidades está, também, a rede social Salve Mais Um, exclusiva para doações de sangue e medula, unindo doadores e receptores, também permite a troca de informações sobre doenças como leucemia.

Outra inovação é o Higienize, que funciona a partir de um crachá eletrônico que “avisa” o profissional de saúde, por meio de LEDs e som, quando ele se esquece de higienizar as mãos, reduzindo os riscos de infecções hospitalares. Interligados por rede sem fio, os equipamentos ainda permitem que os próprios pacientes cobrem as equipes de assistência e que a instituição de saúde saiba onde estão os maiores níveis de resistência a essa higienização.

O projeto Mais Leitos, por sua vez, consiste em um aplicativo que permite ao corpo clínico e gestores de hospitais terem acesso a informações sobre internações em tempo real, associadas ao planejamento do cuidado, que possibilitam maior agilidade na atenção, até a alta hospitalar. Esse processo de desospitalização, além de evitar efeitos adversos comuns a um período mais longo de permanência do paciente, também libera mais rapidamente os leitos necessários para o atendimento a outros casos.

E o grande vencedor do Prêmio Empreenda Saúde é um dispositivo que permite ao paciente portador de epilepsia saber com antecedência de até 30 minutos sobre a possibilidade de um surto. Ligado a um aparelho celular, a invenção ainda permite que um cuidador ou familiar seja avisado da ocorrência. Hilda Cerdeira E Paula Gomez, mãe e filha, são as responsáveis pela descoberta e receberam como prêmio R$ 50 mil a serem investidos no próprio projeto.

Sobre o Prêmio Empreenda Saúde

A iniciativa tem o objetivo de fomentar o empreendedorismo e a inovação na área da saúde. “Estamos contribuindo para incentivar a inovação e o empreendedorismo, com foco específico na área da saúde. Precisamos cada vez mais identificar boas iniciativas, que podem ajudar a melhorar a vida de pacientes e aprimorar os processos hoje adotados. A qualidade e o potencial dos projetos apresentados mostram que promover o acesso desses trabalhos ao mercado tem grande potencial para beneficiar todos os lados envolvidos”, afirma Paulo Chapchap, superintendente de Estratégia Corporativa do Hospital Sírio-Libanês.

“Apoiar iniciativas inovadoras como o Prêmio Empreenda Saúde é muito importante para nós da Fundação everis. Buscamos fomentar o desenvolvimento de novos talentos por meio de incentivos das boas práticas, além de estimular o espírito inventivo e de superação entre futuros empreendedores, nas mais variadas áreas, seja na área de saúde, tecnologia ou desenvolvimento. Deste modo, estaremos estimulando o surgimento de novos talentos que trarão grandes contribuições não só ao país, como também ao mundo”, afirma o presidente da Fundação everis Eugenio Galdón.

Ao todo, foram 94 projetos inscritos, enquadrados em três temas: 1.) Assistência Integral à Saúde; 2.) Eficiência em Produtos e Processos Assistenciais; e 3.) Mecanismos de Integração Educacional e Saúde

Os trabalhos foram avaliados por um corpo de 15 jurados das áreas de ensino, pesquisa, inovação e empresário dos mais diversos âmbitos da saúde no Brasil. No julgamento, foram levados em conta os critérios de aplicabilidade (relevância do Problema), inovação e nível de contribuição para melhoria do sistema de saúde.

Inovações que ajudam a salvar vidas, antecipam a detecção de doenças, aliviam dores e contribuem com áreas críticas da gestão hospitalar. O Brasil desponta no desenvolvimento de novas tecnologias voltadas para a saúde, com trabalhos originários de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Ceará, que disputaram o primeiro lugar do Prêmio Empreenda Saúde, realizado em parceria pelo Hospital Sírio-Libanês e a Fundação everis, multinacional de consultoria que oferece soluções de tecnologia e de negócios.

Um desses desenvolvimentos poderá beneficiar mais de quatro milhões de brasileiros que sofrem com dores crônicas. O Ligth-Aid é um curativo portátil e flexível que utiliza luz de LED para reduzir e bloquear a dor – sem queimaduras e efeitos colaterais. O produto deve chegar ao grande público em 2017.

Entre as novidades está, também, a rede social Salve Mais Um, exclusiva para doações de sangue e medula, unindo doadores e receptores, também permite a troca de informações sobre doenças como leucemia.

Outra inovação é o Higienize, que funciona a partir de um crachá eletrônico que “avisa” o profissional de saúde, por meio de LEDs e som, quando ele se esquece de higienizar as mãos, reduzindo os riscos de infecções hospitalares. Interligados por rede sem fio, os equipamentos ainda permitem que os próprios pacientes cobrem as equipes de assistência e que a instituição de saúde saiba onde estão os maiores níveis de resistência a essa higienização.

O projeto Mais Leitos, por sua vez, consiste em um aplicativo que permite ao corpo clínico e gestores de hospitais terem acesso a informações sobre internações em tempo real, associadas ao planejamento do cuidado, que possibilitam maior agilidade na atenção, até a alta hospitalar. Esse processo de desospitalização, além de evitar efeitos adversos comuns a um período mais longo de permanência do paciente, também libera mais rapidamente os leitos necessários para o atendimento a outros casos.

E o grande vencedor do Prêmio Empreenda Saúde é um dispositivo que permite ao paciente portador de epilepsia saber com antecedência de até 30 minutos sobre a possibilidade de um surto. Ligado a um aparelho celular, a invenção ainda permite que um cuidador ou familiar seja avisado da ocorrência. Hilda Cerdeira E Paula Gomez, mãe e filha, são as responsáveis pela descoberta e receberam como prêmio R$ 50 mil a serem investidos no próprio projeto.

Sobre o Prêmio Empreenda Saúde

A iniciativa tem o objetivo de fomentar o empreendedorismo e a inovação na área da saúde. “Estamos contribuindo para incentivar a inovação e o empreendedorismo, com foco específico na área da saúde. Precisamos cada vez mais identificar boas iniciativas, que podem ajudar a melhorar a vida de pacientes e aprimorar os processos hoje adotados. A qualidade e o potencial dos projetos apresentados mostram que promover o acesso desses trabalhos ao mercado tem grande potencial para beneficiar todos os lados envolvidos”, afirma Paulo Chapchap, superintendente de Estratégia Corporativa do Hospital Sírio-Libanês.

“Apoiar iniciativas inovadoras como o Prêmio Empreenda Saúde é muito importante para nós da Fundação everis. Buscamos fomentar o desenvolvimento de novos talentos por meio de incentivos das boas práticas, além de estimular o espírito inventivo e de superação entre futuros empreendedores, nas mais variadas áreas, seja na área de saúde, tecnologia ou desenvolvimento. Deste modo, estaremos estimulando o surgimento de novos talentos que trarão grandes contribuições não só ao país, como também ao mundo”, afirma o presidente da Fundação everis Eugenio Galdón.

Ao todo, foram 94 projetos inscritos, enquadrados em três temas: 1.) Assistência Integral à Saúde; 2.) Eficiência em Produtos e Processos Assistenciais; e 3.) Mecanismos de Integração Educacional e Saúde

Os trabalhos foram avaliados por um corpo de 15 jurados das áreas de ensino, pesquisa, inovação e empresário dos mais diversos âmbitos da saúde no Brasil. No julgamento, foram levados em conta os critérios de aplicabilidade (relevância do Problema), inovação e nível de contribuição para melhoria do sistema de saúde.